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Há uma verdadeira queda de braço entre mineradores e a comunidade em torno do Bitcoin. É fato que um não existe sem o outro,isto é, para a rede funcionar, ambos tem que coexistir. Para os mineradores, é sempre interessante que a rede tenha altas taxas de transação (high fee's) para aumentar o profit (ROI - Retorno sobre o investimento), o que só se consegue se a rede estiver congestionada. Para os usuários e a comunidade em geral, interessa sempre movimentar, comprar/vender ou fazer pagamentos via Bitcoins pelo menor custo possível e com rapidez. Para isso, parâmetros como escalabilidade e fungibilidade são importantes.

No meio de diversas discussões sobre este assunto, o usuário iniciante pode estar perdido ao ver comentários sobre:

1. Segwit
2. UASF
3. BIP148

Vou tentar esclarecer os dois últimos.

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Este artigo visa analisar uma altcoin que atualmente tem o 3ª Marcket Cap de todas as criptomoedas, seu projeto no momento está batendo U$ 10 bilhões. A figura abaixo nos dá uma noção dessa dimensão (continue lendo):

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Nesta semana levei meu avô a um aniversário de um amigo que fez 82 anos. Como todo aponsentado do INSS com renda média em torno de R$ 1.300,00, a casa era humilde, mas suas coleções impressionavam. Li revistas que contavam a história do Rio de Janeiro do início do Século XX e me chamou atenção uma coleção bem bonita de chaveiros guardados em uma moldura. Quanta história para contar! E eu ouvindo tudo em silêncio para não atrapalhar o relato dos diversos fatos da vida que esses velhinhos sempre contam com muitos detalhes.

Detalhes...é de impressionar como lembram de tanta coisa. Chamou-me atenção a vivacidade de como contavam histórias que se correlacionam com instabilidades políticas que nosso país sofreu. Uma delas, foi o confisco da poupança realizado em 1990 pelo então presidente Collor.

É interessante notar que antes do confisco, a inflação galopava em torno de 6.821%, o que incentivava a quem tivesse dinheiro a se desfazer dele o mais rapidamente possível. Havia pessoas que recebiam e corriam direto para o supermercado comprando tudo que pudesse levar, essas eram as famosas “compras do mês”. Tinha gente que comprava “bens” como carros, telefones (sim, telefone, na época, era propriedade) e imóveis. “Os carros aumentavam de valor com o tempo”, disse o amigo do meu avô. A verdade era que o valor do dinheiro em espécie se corroía com o tempo. Quem pensava um pouco além, no futuro, guardava na poupança para que suas economias fossem corrigidas pelo menos pela inflação.

E a caderneta de poupança que era para ser a salvação, virou desgraça depois do confisco. A “canetada” do Collor “matou” muita gente e pegou muita gente de surpresa.

Naquela época, era mais difícil, tinha-se pouca informação, mas logo as pessoas que tiveram seus bens confiscados, perceberam que a caderneta de poupança não era bem uma posse delas. Que alguém, por algum fator externo, poderia colocar as mãos nela.

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Nos últimos meses, o Bitcoin está em voga atualmente no Brasil por três acontecimentos com conotação negativa: Pagamento de resgate do rasomware WannaCry via Bitcoins, polêmicas sobre filme da Disney e o sequestro com exigência de resgate em Bitcoins e outras criptomoedas.

Essa semana, saiu matéria na Folha de São Paulo, relacionando os crimes citados com o Bitcoin. Na reportagem, diz que será instaurada comissão especial que analisará o projeto de lei sobre o tema. A proposta submete ao Banco Central e ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) a disciplina sobre as moedas eletrônicas, além da venda de milhas aéreas. O projeto sob análise foi apresentado em 2015 pelo deputado Aureo (SD-RJ). No texto, o parlamentar alega haver riscos potenciais em relação aos Bitcoins, que funcionam no ambiente virtual sem regulação no Brasil ou no exterior.

Segundo o deputado Áureo (Solidariedade-RJ), as moedas virtuais seriam uma maneira de enganar o consumidor, além de serem usadas para sonegação e lavagem de dinheiro.

Sob estas circunstâncias, um movimento regulatório certamente representa uma ameaça ao uso do Bitcoin no Brasil. A intenção dessa "comissão especial" certamente vai impor restrições ao uso do Bitcoin que é uma tecnologia inovadora e revolucionária. Assim como novas tecnologias, como o Uber, o movimento regulatório do Bitcoin representa uma ameaça a seu uso no Brasil.

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A maioria das exchanges estão sobrecarregadas. No dia 16 de maio o volume estimado de negociações de Bitcoin bateu um recorde de mais de 927 milhões de dólares. E não estamos incluindo as demais outras criptomoedas. Se englobarmos todas as outras, o número com certeza será muito maior. Veja:

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Há uma crítica antiga que rondam as criptomoedas com características focadas em privacidade e irrastreabilidade como o Monero e a Dash. À medida em que se escondem as transações no blockchain de modo a garantir mais privacidade na transação, maior é o grau de incerteza e mais difícil também se torna a "auditoria" do funcionamento do sistema como um todo.

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De acordo com o desembargador do TJ/SP e professor de Direito Civil, Ênio Santarelli Zuliani, o disposto no Art. 14 da lei 8.078/90 (CDC) dispensa a prova da culpa para proteger o consumidor que se diz vítima das operações bancárias.

Paralelamente a isso, um dos calcanhares de aquiles no comércio eletrônico é o chargeback. Está entre os principais motivos para fechamento de lojas virtuais. A questão é maior do que se imagina e não ganha muita publicidade porque as administradoras de cartão não divulgam o volume de fraudes. Ele acontece majoritariamente com cartões de crédito e, muito raramente, com os de débito.

Conforme esta referência, geralmente para efetuar vendas por cartão de crédito a distância, a loja assina um contrato com as administradoras de cartão de crédito, assumindo os riscos informados acima. Quer dizer, caso ocorra fraude, ou seja o cliente não reconheça a compra, não será o cliente e nem a administradora de cartão de crédito que assumirá os prejuízos. Quem perderá nesta história é a loja que efetuou a venda.

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Neste momento, 97,7% dos últimos 576 blocos minerados no Litecoin estão sinalizando o SegWit.

Desde 21 de Agosto, o Litecoin (LTC) teve uma alta de 576 %, indo de cerca de U$ 2,44 no dia 21 de agosto para U$ 16,50 no dia de hoje.

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Em nosso artigo anterior, sobre preminer, instaminer e ninjamining, comentamos um pouco de algumas particularidades e possíveis esquemas fraudulentos com relação a uma criptomoeda no momento do seu nascimento.

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1. Introdução

Em nosso último artigo falando sobre a Dash procurei avaliar a proposta desta criptomoeda. Foi feita uma avaliação do "White Paper" e do que pode surgir futuramente no ecossistema da Dash. Conhecido o projeto inicial, hoje vamos fazer algumas considerações e algumas críticas em relação ao modelo de "start" das criptomoedas. O que na prática, sem dúvida, é comparar o "White Paper", que é um projeto no papel, com seu lançamento e o real funcionamento de uma criptomoeda na prática.